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domingo, 22 de fevereiro de 2015
sábado, 21 de fevereiro de 2015
O Galaxy S6 vem aí. Veja o que já sabemos sobre ele

No próximo dia 1º, a Samsung vai apresentar o Galaxy S6, nova edição de seu smartphone mais poderoso. A empresa deve anunciar dois modelos. O primeiro será o Galaxy S6 regular, com tela plana. O segundo, que pode se chamar Galaxy S6 Edge, terá tela estendida que se curva sobre as duas bordas laterais. Ambos devem trazer nova câmera, com maior resolução que a do Galaxy S5, além de carregador de bateria sem fio.
3 segredos científicos para ser uma pessoa mais interessante

A ciência trabalha para o seu bem. Até na hora da paquera. Vez ou outra os pesquisadores se dedicam a entender quem faz mais sucesso por aí.
E as conclusões podem ajudar você a se dar bem. Confira abaixo três dicas para você se tornar mais interessante – e atraente.
Ande em grupo
Barney, de "How I Met Your Mother", estava certo: as pessoas parecem bem mais bonitas quando estão em grupos.
Barney, de "How I Met Your Mother", estava certo: as pessoas parecem bem mais bonitas quando estão em grupos.
O psicólogo Drew Walker, da Universidade da Califórnia, entregou a voluntários fotos de uma turma e pediram a eles para analisar a beleza daquelas pessoas.
Em seguida, repetiram o julgamento, mas, dessa vez, com imagens separadas de cada um.
E, sim, em grupo, as pessoas parecem mesmo mais bonitas.
Culpa do seu cérebro. O sistema visual analisa de forma automática todos os rostos quando vê uma reunião de pessoas.
Aí cada um acaba sendo classificado pela média de beleza do grupo – que, em geral, é considerada atraente, segundo o estudo.
Conte piadas
Ser engraçado ajuda. E muito. Lá na Universidade Estadual da Pensilvânia, pesquisadores perguntaram a 164 homens e 89 moças quais eram as qualidades mais importantes na hora de escolher um parceiro.
Conte piadas
Ser engraçado ajuda. E muito. Lá na Universidade Estadual da Pensilvânia, pesquisadores perguntaram a 164 homens e 89 moças quais eram as qualidades mais importantes na hora de escolher um parceiro.
Ter senso de humor, ser divertido, gentil e brincalhão ficaram no topo das preferências femininas.
Já para os homens, senso de humor é o mais importante. “Esse jeito brincalhão nos homens pode sinalizar que ele não é agressivo e menos propício a machucar os futuros filhos. Nas mulheres, esse jeito divertido mostra juventude e fertilidade”, conta Garry Chi, um dos líderes da pesquisa.
Leia
Ler deixa você mais interessante, isso é óbvio. Mas faz ainda mais que isso: deixa você mais legal.
Ler deixa você mais interessante, isso é óbvio. Mas faz ainda mais que isso: deixa você mais legal.
Pesquisadores da Universidade de Washington e Lee colocaram voluntários para ler pequenas histórias.
Depois fizeram perguntas para saber quanto cada um tinha se identificado com os personagens. E, de propósito, deixaram cair um monte canetas no chão.
As pessoas que mais haviam se envolvido com a história foram as que mais se levantaram para ajudar a recolher as canetas.
O motivo é simples: empatia. A história faz a gente se importar mais com os outros na vida real.
20 coisas que a ciência já descobriu sobre o sorriso
Rir reduz o estresse, a dor e faz bem para o coração – entre outros benefícios
Filhos têm direito à herança do pai, mesmo com a mãe viva?

Dúvida do internauta: Meu pai faleceu e deixou alguns bens para a minha mãe. Eles foram casados por 25 anos. Eu tenho uma irmã que é menor de idade e minha mãe acha que eu só tenho direito à partilha dos bens quando ela falecer. Os filhos também têm direito à herança, mesmo quando a mãe está viva? Se sim, qual é a porcentagem?
Resposta de Rodrigo Barcellos*:
Sim, os filhos têm direito à herança do pai falecido, independentemente da morte da mãe.
Apenas os bens do pai farão parte da herança, ficando de fora os bens particulares da mãe - que são os bens comprados por ela antes do casamento, ou recebidos por doação ou herança -, assim como a meação dela nos bens comuns, que é a parcela de 50% de todo o patrimônio construído pelos dois durante o casamento.
Os filhos são chamados de “herdeiros em primeira classe”, pois são os primeiros favorecidos com a herança, em concorrência com o cônjuge sobrevivente (art. 1.829, I, do Código Civil). Assim, necessariamente, os descendentes participam da herança de seus pais.
Dependendo do regime de bens adotado pelo casal, o cônjuge sobrevivente tem direito à meação (os 50% do patrimônio comum).
Meação e herança não se confundem. A meação não faz parte da herança pois já existia antes da morte. Pertence ao cônjuge por direito próprio. O cônjuge meeiro já é titular da metade dos bens, logo não se torna meeiro porque o parceiro morreu.
Já a herança é a parcela de bens deixada pelo falecido e destinada aos herdeiros necessários (art. 1.845 do Código Civil).
A regra geral é a de que “quem meia não herda e quem herda não meia”. Mas há exceções. Partindo da premissa de que os pais se casaram pelo regime da comunhão parcial de bens e que o pai não deixou bens “particulares”, a mãe terá direito a 50% de todo o patrimônio, a título de meação, e os dois filhos terão direito a 25% cada um, a título de herança.
*Rodrigo Barcellos é graduado em direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC) e mestre em direito comercial, pela Universidade de São Paulo (USP). É autor do livro "O Contrato de Shopping Center e os Contratos Atípicos Interempresariais", publicado pela editora Atlas. Sócio do escritório Barcellos Tucunduva Advogados, atua nas áreas de Família, Sucessão, Contratos e Contencioso.
O home office é mesmo o vilão da produtividade?

Distrações e armadilhas não faltam para quem trabalha de casa. Pelo menos isso é o que está no imaginário de muitos profissionais - sobretudo doschefes.
Mas será que produtividade de fato não combina com o ambiente doméstico?
Na contramão dos lugares-comuns sobre o home office, um novo estudo “Global Evolving Worforce”, da Dell e da Intel, mostrou que 54% dos brasileiros sentem que o trabalho remoto rende mais. Os que discordam dessa afirmação são apenas 14%.
A mesma pesquisa, cuja versão global ouviu 5 mil profissionais em 12 países, também mostra que os brasileiros associam home office à qualidade de vida: 49% sentem menos estresse e 33% dormem mais quando não precisam ir ao escritório.
Para Eline Kullock, presidente do Grupo Foco, o bem estar trazido pelo trabalho remoto é justamente o que explica o aumento da produtividade. “O principal benefício é não precisar enfrentar o trânsito, que está cada vez pior em cidades de todos os tamanhos”, diz ela.
Cleo Carneiro, diretor da Sobratt (Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades), afirma que o ambiente doméstico pode trazer mais calma e tranquilidade do que o escritório.
“É preciso que as outras pessoas da casa façam silêncio e lembrem que você está trabalhando”, afirma ele. “Se isso for respeitado, funciona muito bem”.
Outro modelo mentalA associação entre home office e produtividade, no entanto, passa ao largo da percepção dos empregadores. No Brasil, somente 36% das empresas adotam a modalidade, segundo um recente estudo da SAP.
“Na maioria dos casos, isso é visto como recompensa para o funcionário, uma ‘concessão’ do chefe”, diz Kullock. Na prática, são poucas as empresas que veem o home office como meio para reduzir custos e aumentar a produtividade da equipe.
Hoje, a regra é associar eficiência com presença física no escritório - e isso não é exclusividade de empresas tradicionais ou retrógradas.
Em 2012, Marissa Mayer, engenheira do Vale do Silício que fez carreira no Google, fez barulho ao anunciar que estava proibido o home office no Yahoo!, empresa da qual é CEO. “Velocidade e qualidade são muitas vezes sacrificadas quando se trabalha de casa” , disse ela na ocasião.
Das “quadradas” às moderninhas, a maioria das empresas ainda sofre com a falta de experiência com a modalidade.
“É preciso criar um outro modelo mental, começar do zero, é como se dissessem para jogarmos fora todos os livros de gestão”, afirma Kullock. “Realmente é muito mais difícil gerir e motivar pessoas à distância do que presencialmente”.
Uma geração isolada?
Apesar das dificuldades, a alternativa parece ter futuro. Segundo um estudo geracional global da PwC, de 2013, 64% da geração Y trabalharia de casa, se tivesse a opção.
Apesar das dificuldades, a alternativa parece ter futuro. Segundo um estudo geracional global da PwC, de 2013, 64% da geração Y trabalharia de casa, se tivesse a opção.
Kullock diz que a adesão ao home office tende a aumentar, por três motivos: o trânsito dramático nas cidades, a pressão por redução de custos nas empresas e o desenvolvimento de tecnologias de comunicação cada vez mais avançadas.
Isso não quer dizer, contudo, que o futuro do trabalho será o isolamento absoluto. "A presença física é e deverá continuar sendo importante", diz a especialista. Não por acaso, o modelo de home office que mais ganha espaço é o parcial, isto é, que divide o expediente entre a casa e o escritório.
Os números do estudo “Global Evolving Worforce” corroboram essa tendência: entre os brasileiros que têm permissão para trabalhar remotamente, 70% passam 75% do tempo na empresa.
Segundo Carneiro, a convivência com colegas e chefes, ainda que eventual, é indispensável. “Nada substitui o contato humano, o olho no olho”, afirma ele. “Sem isso, você perde muito da sua criatividade e capacidade de trabalhar em equipe”.
10 hábitos que estão matando a sua produtividade
Mensagens de celular? Redes sociais? Reuniões? Veja os fatores que mais atrasam as entregas nas empresas, segundo pesquisa do CareerBuilder
17/06/2014 11:30
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